Supremo Tribunal Federal

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Título: Liderança Jurídica Positiva
Autor: Rodrigo Bertozzi

LIDERANÇA JURÍDICA POSITIVA
“Pequena é a parte da vida que vivemos,
pois todo o resto não é vida
Mas somente o tempo”.
Virgílio
Existem tantas formas de liderança quanto às letras do alfabeto. Segundo Sêneca nenhum homem sábio deixará de se espantar com a cegueira do espírito humano. Um líder jurídico sabe que conduzir seus sócios, advogados e parceiros para um objetivo não é uma simples questão de ordenar e obedecer ou uma vontade napoleônica a ser satisfeita. É uma questão matemática com inúmeras variáveis imprevisíveis que envolvem egos, conhecimento, inspiração e visão futura.
Liderar, no mundo jurídico, é primeiro deter um conhecimento incontestável da área técnica em que atua. A riqueza de liderar está na conquista do respeito das pessoas que o rodeiam, usufruir da existência das palavras para resolver conflitos e, quando estas não bastam: agir com firmeza.
Quando Nero foi nomeado imperador de Roma e exerceu um estilo de liderança próxima da insanidade, Sêneca , que era seu conselheiro, tentava defende-lo. Tudo em vão. Se a linha sucessória do escritório não for desenvolvida para a liderança positiva irão surgir das penumbras da banca pequenos déspotas. Como fora possível Nero, mesmo possuindo um sábio ao seu lado, desperdiçou o poder a ele concedido?
E, não é assim que ocorre em muitos escritórios? O líder é aquele que conquista o poder com a suavidade da brisa antes da tempestade e não aquele que o herda ou somente sob em seu trono espinhoso sem considerar os demais. Lideres assim não duram muito ou se duram podem colocar anos de dedicação no paredão de alguma revolução latina da década de 60.
Motivar um advogado não é fácil. Eles se acostumaram a cultura da negação. Cabe ao bom líder jurídico neutraliza-la.
Porque reclamamos tanto das pessoas que nos cercam? Chega de pensar que os outros são incompetentes. Não existem pessoas incompetentes, existem pessoas colocadas no lugar errado. É função do líder identificar pontos fortes e fracos de sua equipe e aloca-los onde rendam em sua plenitude.
Equipe
Pontos Fortes
Pontos Fracos
Habilidades
Habilidades a serem desenvolvidas
Projetos que podem ser delegados a ele.
ADV A
ADV B
EST A
EST B
ADM
Ninguém é tão ruim que não possa melhorar e nem tão bom que não possa se superar.
Liderar é dialogar? Liderar é ouvir? Liderar é conduzir uma guerra pela sobrevivência do grupo? Liderar é repassar o conhecimento sem medo de ser superado? Liderar é ser um exemplo de virtude? Liderar é ver saídas durante as mais díspares crises? Provavelmente é uma somatória de todos esses questionamentos. Bons líderes conduzem a equipe, parceiros e clientes para que obtenham sucesso. Sei o que está pensando: isso não é nenhum mistério! E provavelmente você está certíssimo. Mas é preciso entender o fenômeno da liderança, dividi-la em compartimentos exploráveis e adaptar para a realidade de seu escritório ou departamento jurídico.
Reflexões Práticas para um Líder Jurídico
Quando uma operação jurídica cresce existe o perigo do isolacionismo. Nunca perca o contado com a equipe. Desenvolva métodos de comunicação, reuniões quinzenais e assim por diante;
Utiliza os recursos humanos a sua disposição para que se movimentem em direção aos objetivos traçados;
Não seja um obstáculo as mudanças. Elas sempre vão acontecer;
Aprenda a ouvir a sua equipe mais que tudo, porém aplique o que realmente for interessante.
Encante a equipe com um sonho quase impossível. Trace um mapa do futuro e organize as pessoas em função dele.
Estimule sua equipe a estudar, vencer as limitações pessoais, a terem brilho próprio e a provarem o seu valor;
Aprenda e ensine a importância de administrar tempo. Para Sêneca, deve-se evitar a corrida desvairada a que se entrega a maioria das pessoas. Não é um convite à preguiça, mas um conselho para se evitar a falsa operosidade e a fútil agitação. Um líder de respeitar o próprio tempo e o tempo dos outros;
Crie condições para que seus comandados possam exercer seus ofícios com dignidade e respeito.
Por fim, o líder jurídico não é uma máquina sorridente e infalível. Mas se o seu sonho inspirar uma geração ou mesmo uma única pessoa a modificar seus crenças, sua missão na Terra está cumprida. Quando alguém morria na antiga Grécia, durante as cerimônias fúnebres a pergunta feita era: ele viveu com paixão?
E você? Lidera a sua vida com paixão? Caso sim seja bem-vindo ao mundo proposto por Sêneca, caso não seja igualmente bem-vindo a vida comum.

Rodrigo Bertozzi é Sócio da Selem, Bertozzi & Consultores Associados, autor dos livros Marketing Jurídico Essencial, A Reinvenção da Advocacia, Marketing Jurídico, Revolution Marketing Place, Depois da Tempestade, O Senhor do Castelo, O Despertar e Um Futuro Perfeito. Especializado em escritórios de advocacia. Administrador e MBA em marketing.

Fonte: http://www.estrategianaadvocacia.com.br/artigos2.asp?id=462

quinta-feira, 1 de abril de 2010

As Dez Chaves para uma Era de Mudanças

por Stephen R. Covey

O.k., sua empresa precisa se mexer.
Passo a passo, como envolver as pessoas nesse processo.

Se você pudesse transformar uma cultura baseada em antagonismo, jurisdicismo e política numa cultura baseada em leis ou princípios naturais, a recompensa seria enorme. Seria possível economizar muito dinheiro aproveitando melhor as energias e os talentos das pessoas. O mundo está passando por transformações revolucionárias que vão mudar para sempre o modo pelo qual muitas empresas operam. Pessoas, produtos e empresas que não estiverem antenados nessas transformações vão ficar obsoletos em pouco tempo.

Não podemos falar seriamente sobre transformar organizações sem primeiro falar seriamente sobre transformar a nós mesmos, individualmente. A chave para influenciar as massas é atingir cada um, pois aquilo que é mais pessoal é também, em última análise, o mais universal. Pense nisso. Não é ridículo imaginar que seria possível transformar uma cultura sem que os indivíduos que a compõem se transformassem primeiro? Para mim isso é evidente e, no entanto, este tipo de pensamento é comum e corriqueiro: tudo nesta organização precisa mudar, menos eu. Se você fizer de você mesmo a exceção, esqueça a transformação -- ela não vai acontecer. A transformação tem início no momento em que você se compromete a mudar. É quase axiomático dizer que a transformação pessoal precisa acompanhar a transformação organizacional, senão a duplicidade vai gerar cinismo e instabilidade.


PRIMEIRO OS MÚSCULOS, DEPOIS O TÊNIS

Tentar transformar sua cultura ou estilo de direção sem primeiro transformar seus próprios padrões de hábito é como tentar melhorar seu tênis sem primeiro desenvolver os músculos que permitem jogar melhor. Algumas coisas necessariamente precedem outras. Não se pode aprender a correr sem antes ter aprendido a andar, e não se aprende a andar sem antes ter aprendido a engatinhar.

O que acontece quando as pessoas entram num ambiente político e sentem que estão sendo injustiçadas? Elas organizam manifestações e procuram atribuir a culpa pelas injustiças que estão sofrendo a pessoas e condições que estão fora de seu controle direto. Desse modo, alimentam sentimentos de opressão, de serem "vítimas do sistema". Elas reclamam a correção de injustiças percebidas como tais. Talvez formem um sindicato, procurem criar uma legislação social ou ofereçam resistência coletiva.

Essas medidas satisfazem a necessidade social de fazer parte de um todo maior, a necessidade psicológica de fazer uso de energias e talentos criativos e a necessidade espiritual de ter uma meta. Mas muitas vezes a organização se torna um lugar onde quem manda é a política. Culturas desse tipo geram dependência, e não se pode conferir poder a pessoas dependentes. É por isso que a maioria das iniciativas no sentido de conferir poder às pessoas não funciona.

Nada vai mudar do jeito que gostaríamos que mudasse em nossas famílias, organizações e nações até que nós mesmos mudemos e nos tornemos parte da solução que buscamos. A verdadeira transformação começa comigo mesmo, com minha própria família, na minha própria casa. Na organização, ela começa quando eu reconheço que, se tiver de acontecer, isso depende de mim: "Meu círculo de influência não apenas precisa ser maior e expandir-se constantemente, mas a própria natureza das minhas atividades precisa mudar para que eu esteja alinhado com a natureza das atividades que funcionam no mercado".

Imagine-se tentando criar uma cultura que seja veloz, flexível, centrada e amistosa sem que os indivíduos que a compõem sejam mais velozes, amigáveis, flexíveis e centrados. O psicólogo William James disse que, para mudar nossos hábitos, primeiro assumimos um compromisso profundo de pagar o preço que for preciso para mudar o hábito. Em segundo lugar, aproveitamos a primeira oportunidade que aparece para fazer uso da nova prática ou habilidade. Depois, não permitimos quaisquer exceções até que o novo hábito esteja firmemente enraizado em nossa natureza.




DEZ CHAVES MESTRAS

São estas as dez chaves para a transformação, que funcionam em qualquer lugar, a qualquer momento:

1. A transformação começa com a consciência da necessidade de mudar. Precisamos ter consciência cada vez maior de onde estamos em relação a onde queremos estar. Não podemos negar a necessidade de transformação ou o tipo de engajamento e esforço que ela exigirá.

2. O passo seguinte é entrar num processo de "missões conjuntas", alinhando sua missão pessoal com a missão de sua organização. Esse processo de "juntar as missões" pode ser melhor realizado por meio do envolvimento e da participação. As pessoas têm de decidir por si sós que impacto as transformações exercerão sobre elas e sua esfera de influência. Quando seu pessoal compartilhar a mesma missão você terá um reforço natural na cultura para ajudar a perpetuar as transformações.

3. Construa um senso de segurança interior. Quanto menos segurança interior as pessoas têm, menos elas conseguem adaptar-se à realidade externa. Elas precisam ter algum sentimento de que a terra não irá se mover sob seus pés. As pessoas não irão mudar por conta própria a não ser que tenham segurança interior. Se aquilo que lhes dá segurança é algo que está fora delas, elas enxergarão as mudanças como ameaças. Precisamos de um sentimento de permanência e segurança. Viver sobre um chão sempre instável é como vivenciar um terremoto todos os dias.

4. A seguir você precisa legitimar as transformações a nível pessoal. Se você oferecer às pessoas uma experiência de aprendizado profundo sobre ouvir com empatia, por exemplo, no dia seguinte elas poderão fazer algo a respeito. Sem isso, elas se revoltarão. Podem dizer, por exemplo: "O que você está tentando fazer? O que há de errado com o nosso jeito?". As pessoas precisam reconhecer: "Preciso de uma coisa que ainda não tenho". E elas sabem que não vão conseguir essa coisa se apenas ficarem esperando por ela e imaginando-a. É preciso proceder a uma mudança de mentalidade e de conjunto de habilidades. Para conseguir o que querem elas precisam pagar o preço em termos de processo de desenvolvimento.

5. Assuma responsabilidade pessoal pelos resultados. Executivos e funcionários muitas vezes discutem a questão de "até que ponto esse desenvolvimento deve caber à organização e até onde deve ir o papel e a responsabilidade do indivíduo". Acho que, em última análise, cabe ao indivíduo ser competente. O indivíduo deve dizer: "Para mim, a organização é um recurso. Posso lançar mão desse recurso ou buscar outros. Se a organização mostrar não ser um recurso para mim, então terei de adquirir o conhecimento, as habilidades e o treinamento por conta própria".

Mas se olharmos o treinamento do ponto de vista da direção da empresa, eu diria: "Sim, em última instância o responsável é o indivíduo, mas precisamos criar um ambiente que dê apoio a ele e fornecer alguns recursos que ajudem as pessoas a desenvolver as competências de que precisamos para sermos competitivos".

6. Enterre o velho. Freqüentemente é necessário haver um "batismo" -- um enterro simbólico do corpo antigo para assumir um novo corpo, nome, posição, lugar, linguagem e espírito. Isso simboliza não apenas a rejeição do que é velho, mas o fato de que você está construindo com base no velho e avançando em direção ao novo. Já vi isso ser realizado de maneira muito bem-sucedida quando as pessoas se reúnem e enterram as práticas antigas e toda a carga de culpa associada a elas. O processo se transforma num momento de transição. Em seu livro Passagens, Gail Sheeley escreve: "Como a lagosta, nós também precisamos nos libertar de uma estrutura protetora a cada passagem de uma etapa do crescimento para outra. Isso nos deixa expostos e vulneráveis, mas também nos devolve a condição de embrião, que possibilita o crescimento e nos capacita a nos esticar de maneiras antes desconhecidas".

7. Abrace o novo caminho com espírito de aventura. O próprio processo de transformação precisa se transformar. Em primeiro lugar, a organização precisa ser centrada em leis naturais e princípios duradouros. Não se pode transformar um local de trabalho politizado numa cultura de qualidade, a não ser com base em princípios. Caso contrário não se terá o fundamento necessário para dar suporte às iniciativas de reforma.

Os líderes centrados em princípios criam uma visão comum e procuram reduzir as forças limitadoras. Os líderes centrados nos lucros freqüentemente tentam aumentar as forças motrizes. Eles podem conseguir implementar melhorias temporárias, mas elas criam tensões -- e essas tensões se transformam em novos problemas, que por sua vez requerem novas forças motrizes. À medida que as pessoas ficam cansadas e se tornam cínicas, o desempenho cai. O gerenciamento por impulsos leva ao gerenciamento de crises.

8. Esteja aberto a novas opções. As grandes transformações requerem um espírito de aventura, já que você pisa em território desconhecido. Vamos começar tendo em mente a meta final. O objetivo é que encontremos uma solução melhor do que a que qualquer um de nós está propondo agora. Não sabemos qual será essa meta final. É algo que precisamos encontrar juntos. O que buscamos é a sinergia. O fato de mantermos um espírito aberto nos dará mais imunidade ao pensamento à base de dicotomias, o pensamento ou-isso-ou-aquilo. Assim, da próxima vez que surgir um problema entre nós, poderemos buscar algo melhor -- uma terceira alternativa.

9. Busque sinergia com outros interessados no processo. Outro dia eu estava fazendo uma visita ao principal executivo de uma empresa, ajudando-o a preparar um discurso importante no qual ele queria tratar dos "relacionamentos deteriorantes" no interior de sua organização. Sugeri a ele que relacionamentos tensos muitas vezes são sintomáticos de males maiores no interior da cultura -- males tais como o espírito de contenção e o espírito de antagonismo na maneira com que as pessoas resolvem os problemas.

Mostrei ao executivo como os hábitos de interdependência, empatia e sinergia representam uma forma de lidar com questões difíceis e continuar mantendo bons relacionamentos de trabalho. Ele disse: "Outro dia me encontrei com um adversário e disse a ele: 'Vamos deixar que o espírito de sinergia seja o espírito de nossa interação mútua'. Ele concordou, e nosso encontro teve bons resultados! Fiquei muito satisfeito, mas agora já voltamos a nossas posições antagônicas anteriores". Quando não existe confiança suficiente para uma sinergia, pelo menos se pode chegar a um meio-termo respeitoso. Quando a diversidade é apreciada surge lugar para a sinergia, e a sinergia cria transformações. Quando as pessoas se sentem compreendidas e valorizadas, elas podem transformar-se a seu próprio modo em vez de mudar seguindo alguma norma, algum clone ou algum mandado.

10. O fator-chave é o propósito transcendental. Hoje em dia vivemos tão soterrados debaixo de interesses particulares e especiais que não compartilhamos um propósito transcendental. Outro dia, quando me reuni com um grupo de generais, observei que era muito mais difícil para eles afirmar sua missão em tempos de paz do que em tempos de guerra. Eles são muito mais centrados quando têm um inimigo a combater. Mas a maioria das batalhas territoriais bloqueia as transformações, porque você fica preocupado demais em proteger seus interesses especiais para poder ter o incentivo e a motivação para se transformar. Quando você enxerga o mundo em termos de "nós contra eles", você entra num processo de transações, não de transformações.

Os líderes efetivos "transformam" pessoas e organizações. Promovem transformações em suas mentes e seus corações, ampliam sua visão e sua compreensão, esclarecem as metas, tornam os comportamentos congruentes com as crenças, os princípios e os valores e implementam transformações permanentes, que se autoperpetuam e cujo ímpeto é cada vez maior.

O americano Stephen R. Covey é autor dos livros Os Sete Hábitos das Pessoas Muito Eficazes e Liderança Baseada em Princípios, co-autor do livro First Things First -- Como Definir Prioridades num Mundo Sem Tempo e presidente do Covey Leadership Center. Este artigo foi publicado originalmente na revista Executive Excellence com o título "Keys to Transformation".

Invctus

"Fora da noite que me cobre,

Negra, como o poço de pólo a pólo,

a qualquer Deus, se algum existe

Por minha própria alma inconquistável agradeço

Nas garras da circunstância

eu não vacilei nem me ouviram chorar

sob os golpes do acaso

minha cabeça sangra mas permanece ereta

além desse lugar de rancor e lágrimas

somente o horror das sombras se anuncia

e mesmo a ameaça dos anos

encontra-me, e há de encontrar-me, destemido,

não importa quão estreito o portão.

ou quão repleto de penas o veredito

eu sou o mestre do meu destino

eu sou o capitão da minha alma



A qualquer Deus, se algum existe

Por minha própria alma inconquistável agradeço

Eu sou o mestre do meu destino

Eu sou o capitão da minha alma"


Poesia que Nelson Mandela conheceu na prisão e que o norteou. in Invictus)

sábado, 27 de março de 2010

Breves conceitos COACHING

Breves conceitos

Coach - Diz-se do técnico, do treinador, da pessoa preparada para passar sua experiência para alguém que se propõe aprender, orientador profissional.

Coaching - Ação de orientar, “processo diretivo desenvolvido por gerente ou consultor externo a fim de treinar e orientar um colaborador em relação ao seu trabalho, à empresa e seus projetos, ajudando-o na superação de obstáculos com impacto em seu desempenho produtivo e inovador” (Márcio Zenker).

Excelência - Qualidade do que é primoroso, bem acabado, perfeito.

Feedback - Mecanismo de regulagem, ajustamento, direcionamento de um sistema em relação a si e às mudanças do meio ambiente. Nas máquinas se diz retroalimentação. Nos sistemas sociais se diz auto-ou hétero-informação, auto- ou hétero-regulagem, auto- ou hétero-controle ou auto- ou hétero-direcionamento. Diz-se feedback reforçador ou positivo, quando confirma e mantém o rumo e a ação; diz-se feedback corretivo, restritivo ou negativo, quando limita ou modifica a ação ou o rumo.

Formação - Criação de uma maneira de ser, de dar forma, de desenvolver, criação, “maneira por que se constituiu uma mentalidade, um caráter ou um conhecimento profissional” (Dicionário Aurélio).

Holomentoring® - É o Mentoring orientado por uma visão holístico-sistê-mica, e usando instrumentais teóricos holográficos, de apoio ao trabalho da Mentoria. “Holomentoring® é a arte da entreajuda em que o Mentor auxilia o Mentorado a aprender a cultivar-se e, degrau a degrau, caminhar rumo à excelência de vida pessoal, profissional e social. Está voltado ao profundo autodesenvolvimento do Mentorado, aplicado aos vários campos da atividade humana. Atitudes, Conceitos, Modelos e Sabedoria, quando integrados, geram os resultados do Mentoring: pessoas mais felizes e mais capacitadas.” (Marcos Wunderlich - Instituto Holos).

Inteligência holístico-sistêmica - Inteligência é a faculdade de entender, pensar, raciocinar e interpretar. Inteligência holística implica uma percepção do todo pulsando nas partes e as partes integradas num todo - captação gestáltica, perceptiva, intuitiva. Inteligência sistêmica é aquela treinada a relativizar as partes sempre em relação às demais partes e ao todo de um sistema.

Interdisciplinar - Comum a um ou mais ramos de conhecimento, trabalho científico apoiado em diferentes áreas de pesquisa e conhecimento.

Isomorfismo - Do grego iso, que significa o mesmo, igual, e morfé, que significa forma, aqui tem o sentido de correspondência entre pensamento e ação, de superação do conflito entre pensar e querer e o agir.

Líder Coach - Todo Coach é líder, mas nem todo líder é Coach. Um Coach é um apoiador do desenvolvimento profissional de um liderado. Agora, para ser Coach não é preciso cargo de chefia, e, sim, é preciso ser capaz de ensinar e estimular outra pessoa a se desenvolver, a se aperfeiçoar. Na verdade, Coaching é liderança refinada e, como tal, é serviço.

Liderança de alta performance - É liderança com alto índice de eficácia, que garante bons resultados através de uma equipe motivada e participativa.

Liderança Servidora - É o tipo de liderança que busca o bem-estar de seus liderados. (Vide “O Monde e o Executivo”, de James C. Hunter).

Maestria Pessoal - “As organizações só aprendem através de indivíduos que aprendem” (Peter Senge). Maestria Pessoal é a capacidade pessoal de criar os resultados que desejamos e promover um ambiente organizacional que estimule seus membros a se desenvolverem na direção das metas e objetivos escolhidos.

Mentor - Aquele que cultiva a mente, conselheiro, guia, mestre. É alguém - independentemente da hierarquia ou da área de atuação - que pode proporcionar a uma ou mais pessoas uma visão mais ampla e criativa dos caminhos futuros a seguir.

Mentoring - Refere-se à relação em que um profissional mais experiente (Mentor), e com habilidades interpessoais, acompanha e "apadrinha" um outro mais novo para que este obtenha um sólido crescimento pessoal e funcional.

Personal Coaching - É um processo educacional em que acontece um treinamento e acompanhamento individualizado conduzido por um Coach, que apoia e orienta a implementação de ações que gerem resultados na área de interesse no cliente (Coachee).

Self-Coaching - É o auto-aprendizado, fruto de auto-motivação para um constante aperfeiçoamento.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Ministra Eliana Calmon critica modo como Lei Maria da Penha é interpretada

A ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao participar da abertura do 4º Jornada da Lei Maria da Penha, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), afirmou que o Judiciário brasileiro tem, hoje, uma tendência a interpretar a lei como de proteção à mulher. Para ela, a jurisprudência reflete uma realidade da incompreensão da referida lei.

“O Ministério Público e o Poder Judiciário têm uma tendência de interpretar a Lei Maria da Penha como sendo uma lei de proteção à mulher, quando na realidade o objetivo da lei é criar microssistemas de proteção à família brasileira, porque a mulher é o esteio da entidade familiar", afirmou.

Na ocasião, a ministra também falou sobre decisão recente da Terceira Seção do STJ que, por maioria de votos, entendeu ser necessária a representação da vítima nos casos de lesões corporais de natureza leve, decorrentes de violência doméstica, para a propositura da ação penal pelo Ministério Público.

Para a ministra Eliana Calmon, houve um retrocesso. Isso porque, disse ela, o STJ não poderia proteger uma situação de lesões corporais que aconteceram dentro do lar, no ambiente familiar, daquelas lesões corporais fora desse contexto. “Isso é igualar as situações de violência doméstica às brigas entre vizinhos, as de trânsito, as de rua, onde existem os sopapos, existem as lesões leves. O problema em casa é muito mais sério, é muito mais grave”, destacou.

Segundo a ministra do STJ, para mudar essa situação, é preciso a conscientização da sociedade brasileira de que a mulher não é uma cidadã menor. “Ela é uma cidadã tanto quanto o é o homem. Esta tem que ser uma consciência coletiva, inclusive, das próprias mulheres”, salientou.

Coordenadoria de Editoria e Imprensa. http://www.stj.jus.br

domingo, 14 de março de 2010

Teoria dos Jogos Aplicada aos Relacionamentos

Prepare-se para uma grande aventura. Uma nova maneira de ver e aprender as tomadas de decisões nos relacionamentos humanos. A Teoria dos Jogos é um método para a tomada de decisões que são influenciadas e que, ao mesmo tempo, influenciam as decisões dos outros.
Isso faz com que esta seja uma ferramenta imprescindível para os profissionais da área de negócios, como empresários, executivos e profissionais liberais, que precisam chegar à melhor decisão possível em função das decisões dos outros.
Com uma abordagem simples e conceitual, este áudio livro trata dos principais aspectos da Teoria dos Jogos e dos seus modelos mais importantes:
Dilema dos Prisioneiros, Chicken Game e Jogo do Ultimato.
Ao explorar o funcionamento destes modelos, o ouvinte será convidado a pensar no que o outro pensa, e aprender como decidir qual a melhor alternativa racional em determinadas situações: cooperar ou trair. Mas como o ser humano não decide de maneira absolutamente racional, também serão abordados os limites da Teoria dos Jogos, como as influências da Cultura e da Biologia humanas.
Estilo: Audiobook
Gênero: Finanças
Autor: Raul Marinho
Tamanho: 56.4 Mb
Idioma: Português

14 de março – Dia Nacional da Poesia

14 de março – Dia Nacional da Poesia

Hoje quero lembrar-lhes o original pensamento do grande poeta e escritor português, Fernando Pessoa, a respeito do nosso caminho na vida de assimilar as perdas e de superar as falhas.
Ele diz o seguinte:

“Quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá
Que ser feliz não é ter uma vida perfeita,
Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um
espetáculo imperdível,
Ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem
o contrário.
Pedras no caminho? Guardo todas... um dia vou
construir um castelo!”

O perdão no filme “Jogos Mortais 3”

Adriano da Silva Ribeiro (*)

Neste texto pretendo fazer uma leitura sobre o filme “Jogos Mortais 3” a partir da fragilidade do ser humano.

É um filme de terror muito bem elaborado. As cenas fortes das pessoas ensangüentadas com tanta violência, para muitos espectadores, vieram para chocar e assustar.

A leitura que faço é diferente, já que há demonstração, sim, do quanto o ser humano é frágil, por natureza. Os jogos, psicológicos, colocam em evidência o sentido da expressão “perdão”. Nosso dicionário da língua portuguesa explica: “do Latim perdonare; verbo transitivo e intransitivo: conceder perdão a; absolver de culpa, ofensa ou dívida; remir; desculpar; poupar”.

Esse é um dos assuntos abordados em “Jogos Mortais 3”, filme dirigido por Darren Lynn Boursman (Jogos Mortais 2), que já levou aproximadamente 385 mil pessoas aos cinemas no Brasil.

É nesse sentido que ganha valor “Jogos Mortais”, pois o filme apresenta no longa-metragem, Jigsaw (Tobin Bell), o manipulador por trás dos cruéis e intricados jogos, some mais uma vez. Enquanto detetives tentam localiza-lo, a Dra. Lynn Denlon (Bahar Soomekh) nem imagina que será a mais nova peça do jogo. Numa noite, ela é seqüestrada após terminar seu turno no hospital e levada a um armazém abandonado onde encontra Jigsaw à beira da morte. Ela recebe ordens de mantê-lo vivo enquanto outras de suas vítimas completam o próprio jogo. Desta vez, Jigsaw ainda arranja um comparsa, Amanda (Shawnee Smith) que o ajudará a cumprir seus propósitos.

No filme, a cada escolha ou ato uma reviravolta, a cada reviravolta uma surpresa. O espectador vai ficando cada vez mais assustado e confuso, até chegar em um dos finais, a meu ver, mais inteligente já visto.

Em todas as cenas, permitiu-se escolher alimentar o ódio ou perdoar os fatos passados. A sua percepção, no que diz respeito a vida, acaba sendo alterada depois que se passa por isso. Se for alimentado o ódio, quando do confronto com imagens do passado, as pessoas morreriam.

É justamente por ainda acreditar que o ser humano é capaz de perdoar que Jigsaw (Tobin Bell) manipula os cruéis e intricados jogos, com a finalidade de entender como serão as atitudes das vítimas, diante de situação que poderiam levar a morte o outro.

Neste ponto, descobre-se a fragilidade da vítima, que evita perdoar, mesmo com tanto potencial dentro de si. O filme talvez, sem perceber, pretendeu afirmar que as saídas estão dentro do próprio ser humano. Nesse sentido, sempre defendeu Mahatma Gandhi: “os fracos não podem perdoar. O perdão é atributo dos fortes”.

As vítimas de Jigsaw (Tobin Bell), em cada sena, precisavam separar o erro que foi cometido daquilo que é maior naquela pessoa.

Para finalizar essa reflexão, lembro-me do que Dalai Lama ensina: “A felicidade genuína consiste nas qualidades espirituais de amor e compaixão, paciência, tolerância, capacidade de perdoar, humildade, e assim por diante. São elas que proporcionam felicidade tanto para nós quanto para os outros”.

_________________

Adriano da Silva Ribeiro, escritor; Licenciado em Letras e suas Literaturas PUC Minas Betim; Especialista em Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas pela UNB.

Ao Estado de Minas (14/03/2010), o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que há casos em que o juiz precisa ter “uma visão do conjunto” da sociedade para tomar a decisão mais coerente. Ele ponderou, no entanto, que, em primeiro lugar, deve ser observada a legislação. “Exercemos uma atividade sempre vinculada não ao poder, mas à ordem jurídica. Claro que apreciamos o contexto, os fatos, a repercussão, mas sem desprezar a ordem jurídica”, frisou. “A segurança está justamente nisso. Quem legisla não julga e quem julga não legista.”

Para exemplificar os parâmetros pelos quais os magistrados se baseiam, Marco Aurélio citou a análise do mandado de segurança em que o Partido da República pedia o mandato do deputado federal Clodovil Hernandes, que morreu no ano passado. Por unanimidade, na sessão de quinta-feira, os ministros definiram que o cargo deve ficar com o PTC, partido pelo qual Clodovil foi eleito em 2006, e não no PR, legenda do deputado na época em que morreu. “Os ministros Ayres Britto e Ellen Gracie chegaram a expor que o mais justo seria assumir o suplente do PR, mas isso não está na legislação. O código eleitoral diz que o mandato pertence à legenda pela qual o candidato foi eleito. Por mais que não pareça justo, temos de observar a ordem jurídica”, detalhou.

Por outro lado, Marco Aurélio diz que a experiência faz a diferença para um juiz ao analisar casos conflitantes. “Eu, como juiz desde 1978, quando me defronto com conflito de interesses, idealizo segundo a minha experiência humanística a solução mais justa.” Em casos extremos, a Justiça fica em saia justa quando tem de optar entre respeitar a prerrogativa do Executivo de aplicar seu orçamento na área de saúde ou garantir o direito constitucional de o cidadão ter acesso à saúde. Vez ou outra o Judiciário se depara com casos de doentes que pedem ao Estado medicamentos de alto custo.

Em relação às garantias dos brasileiros, Marco Aurélio tem opinião formada. “O Estado não pode tripudiar em cima do cidadão”, afirmou. Opinião semelhante tem a ministra do Superior Tribunal de Justiça Nancy Andrighi. “A finalidade precípua do Judiciário é proporcionar a pacificação social e isso, muitas vezes, exige temperamento do ordenamento jurídico. Aplicação da letra fria da lei pode conduzir a enormes injustiças sociais e econômicas.”

quarta-feira, 10 de março de 2010

FORMAÇÃO EM COACHING, MENTORING E HOLOMENTORING®

Convite para participação no curso

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Isor® 2010

FORMAÇÃO EM COACHING, MENTORING E HOLOMENTORING®

PROFISSIONALIZAÇÃO EM CONSULTORIA DE PESSOAS

Foco em Life & Self Coaching e Ativação de Competências Pessoais e Profissionais

Abordagem Holístico-Sistêmica - Sistema Isor®

13 a 15 de maio de 2010

Com

Marcos Wunderlich

Belo Horizonte, MG

DESTINA-SE À

Pessoas que queiram profissionalizar-se em Consultoria de Pessoas mediante a utilização das metodologias de Coaching, Mentoring e Holomentoring®, com suporte nos instrumentais do Sistema Isor®

Profissionais de qualquer área ou formação que queira alavancar ou elevar suas capacidades de atuação pessoal e profissional para obter a alta performance profissional e atuar como Líder-Coach.

Profissionais da Psicologia, Consultoria, Saúde, Educação e outros que orientam pessoas e que queiram atualizar-se, aprimorar-se ou expandir suas opções atuais.

Profissionais autônomos que queiram ampliar perspectivas de trabalho ou oferecer diferencial qualitativo de atendimento aos clientes ou pacientes.

Pessoas físicas que queiram ampliar sua mentalidade, superar conflitos e reorientar-se para novas perspectivas de vida ou realizar mudanças pessoais consistentes.

HORÁRIOS

Das 08:30 as 18:30 h diariamente, com intervalos.

LOCAL

DOM Consultoria Ltda.
R. Armindo Chaves, 22 - Bairro Alto Barroca
Belo Horizonte / MG Tel: (31) 3372-5647

O SISTEMA ISOR®

É um conjunto instrumental mentalizado por Marcos Wunderlich e pela equipe do Instituto Holos, tem caráter científico-pedagógico e integra Metodologia e Referenciais próprios. Está voltado ao Desenvolvimento Integrado das Pessoas, seus relacionamentos, mentalidade, gestão profissional e empresarial,qualidade de vida e do viver.

É aplicado a Pessoas e Organizações. Incorpora num todo orgânico e dinâmico, aspectos do holismo (visão do Todo), da mentalidade e instrumentação sistêmica, da moderna ciência, das modernas técnicas de administração e da milenar sabedoria humana.

Quem opta pelo uso do Sistema Isor® em suas atividades, opta não só por um produto diferenciado, opta por um sistema único e exclusivo de qualidade e forte efetividade.

O Sistema Isor® contém uma Tecnologia que se constitui no conjunto de conhecimentos e know-how únicos. Contém também uma Metodologia peculiar de concepção, aplicação e aprendizado. Apresenta-se através de Referenciais gráficos (holográficos) auto-explicativos, tornando prático o pensamento holo-sistêmico.

MINISTRANTE

Marcos Wunderlich - consultor, Coach e Mentor de Executivos, Formador de Coaches e Mentores com visão holístico-sistêmica e complexa, tem 27 anos de experiência profissional.

Mentalizador do Sistema Isor® de Desenvolvimento de Pessoas e Organizações.

Marcos Wunderlich maniConsultor CMC – Certified Management Consultant do ICMCI- Internacional Council of Management Consulting Institutes.

Filiado ao ICF- International Coach Federation- Washington, USA.

Filiado ao IBCO- Instituto Brasileiro de Consultores de Organização

Presidente do Instituto Holos de Qualidade.

Exerceu a vice-presidência de Desenvolvimento Sustentável da ABRH – Associação Brasileira de Recursos Humanos/SC.

Palestrante em importantes congressos, como Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento do IFTDO International Federation of Training and Development Organizations, CBTD - Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, CRIARH - Congresso Brasileiro de Criatividade e Recursos Humanos, CONCARH - Congresso Catarinense de Recursos Humanos, COPARH - Congresso Paulista de Recursos Humanos, ESARH - Encontro Sul-Americano de Recursos Humanos, CIGEH - Congresso Interamericano de Gestão Humana, palestrante na Sala de Inovação do CONARH - Congresso Nacional de Recursos Humanos.


ESTA FORMAÇÃO FORNECE:
  1. Capacitação e Transferência do Sistema Isor® para atividades de Coaching e/ou Mentoring utilizando o método das 8 sessões (O Coach programa inicialmente 8 encontros com o Coachee e trabalha temas pré-agendados utilizando explicitamente referenciais instrumentais do Sistema Isor®)
  1. Capacitação e Transferência do Sistema Isor® para atividades de Coaching e Mentoring utilizando o método de sessões livres. (O Coach utiliza os referenciais instrumentais como pano de fundo e trabalha questões emergentes ou abertas do Coachee)
  1. Capacitação para práticas de Self-Coaching por parte do participante do curso.
  1. Materiais: Será fornecido apostila individual e personalizada, 01 DVD com os hológrafos de cada agenda e textos complementares, manual prático com descritivo das agendas de Coaching e Mentoring, e materiais diversos para a prática. Cada participante receberá um selo de qualidade para uso em seus materiais de trabalho e divulgação.
  1. Acompanhamento. O instrutor-formador fornecerá acompanhamento gratuito por telefone ou e-mail aos participantes pelo período de seis meses após o evento.
  1. Três Cursos de Aprofundamento: Executive Coaching, Qualidade De Vida Sistemica, Coaching & Mentoring Avançado – Foco em Transcendência Humana
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO CURSO

· Formar consultores de pessoas com foco na capacitação para práticas e atividades profissionais de Coaching e Mentoring, a partir de uma visão holístico-sistêmica.

· Fornecimento de roteiros de trabalho, referenciais, instrumentais, seqüências de trabalho e todo técnico de suporte para atividades de Coaching e Mentoring, com base no conjunto científico-pedagógico do Sistema Isor®

· Autodesenvolvimento do participante com Capacitação complementar em Self-Coaching. (ser Coach de si mesmo)

APÓS O CURSO

O participante estará apto a aplicar as metodologias de Coaching , Mentoring e Holomentoring® e atuar como consultor de pessoas, com encontros de trabalho para pessoas físicas, empresas e em ambientes internos de trabalho.

Será fornecido certificado de habilitação como Coach Isor® pelo Instituto Holos de Qualidade, bem como Selo de Qualidade para utilização em materiais de trabalho e divulgação.

Esta Formação do Instituto Holos é válida para atividades tanto para o atendimento de Coaching e Mentoring a pessoas físicas como de profissionais que atuam em empresas ou para ser aplicado em ambientes de trabalho (Líder-Coach)

O Conjunto instrumental do Sistema Isor® fornecido nesta formação generalista e humanista está mais voltado para as técnicas e sabedoria de lidar com pessoas e a complexidade humana, daí a denominação Life Coaching, ou seja, Coaching de Vida, o que pressupõe uma grande abrangência das ações humanas em diferentes campos de atividades.

O Self Coaching está relacionando com a capacidade de cada Coach ser capaz de ser Coach de si mesmo, e que o mesmo repasse este aprendizado e técnicas aos seus coachees.

Todos os instrumentais desta Formação estão voltados para a ativação de Competências Pessoais e Profissionais, de modo a reforçar aspectos positivos bem como suprir gaps na Gestão de Competências em ambientes de trabalho.

Obs 1 – Holomentoring® é um termo cunhado pelo Instituto Holos que significa a prática da Mentoria com mentalidade HOLÍSTICO-SISTÊMICA e com elevado nível de consciência e em sintonia com os aspectos mais coerentes da Vida, evitando-se assim que o Coaching e Mentoring porventura realizado com mentalidades menores, - reducionistas, tecnicistas e racionalistas – levem o Coachee apenas a novas formas de aprisionamento.

Obs: O Instituto Holos fornece regularmente aos Coaches Isor® já formados uma especialização ou aprofundamento de 16 horas em Executive Coaching, voltado especificamente para fornecimento de instrumentais complementares para a prática do Coaching em ambientes de empresas e de trabalho.


PRÁTICAS, ACOMPANHAMENTO E SUPERVISÃO PÓS-CURSO

Acompanhamento direto Via telefone ou e-mail, reuniões mensais gratuitas de cultivo e aprofundamento em São Paulo com o ministrante, cursos de aprofundamento aos formados do Instituto Holos, supervisão pessoal, participação em grupos de discussão na internet, Encontro anual.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES

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Patrícia da Silva Ríbeiro

humanizarh2009@yahoo.com.br

31.3471-2019

Adriano da Silva Ribeiro

adrianoribeiro@yahoo.com

31.8775-0211

Este curso ministrado por Marcos Wunderlich tem reconhecimento de:

“ O Líder Consciente caminha simultaneamente pela dimensão Espiritual e Física, permanecendo ancorado e confortável em ambas “. John Renesch