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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
quinta-feira, 9 de janeiro de 2025
Compartilho, com alegria, a recente publicação de texto, fruto de parceria com a Professora Dra Gabriela Oliveira Freitas, do PPGD/FUMEC
Publicado na prestigiada Revista da AJURIS, o texto examina a obra "Fracionamento de direito no processo: análise do desmembramento do pedido à luz da teoria da tríplice identidade da ação", do Professor Mestre Guilherme Rangel de Oliveira Mattos. A pergunta do autor que se busca resposta é: quais são as consequências do fracionamento de direito para o ordenamento jurídico brasileiro?
RIBEIRO, A. da S.; FREITAS, G. O. FRACIONAMENTO DE DIREITO NO PROCESSO: APLICAÇÃO, COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO. Revista da AJURIS - QUALIS A2, [S. l.], v. 51, n. 157, p. 615–622, 2025.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2024
Fw: Convite para assistir a Banca de Defesa Pública de Dissertação - (PPGD/UNIVERSIDADE FUMEC)
segunda-feira, 2 de dezembro de 2024
Violência no futebol
sexta-feira, 29 de novembro de 2024
Segundo volume do livro "Minha Candeia" é lançado no TJMG
Obra é do ex-presidente desembargador José Fernandes Filho
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), em parceria com a Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis), promoveu, nesta quinta-feira (28/11), a cerimônia de lançamento do livro "Minha Candeia – Volume II", do ex-presidente do TJMG e membro da Academia Mineira de Letras (AML), desembargador José Fernandes Filho.
A obra, publicada pelas editoras Bretas e Del Rey, é dividida em seis partes: Um Sonho; Amigos-Irmãos; Homens Antes do Tempo; Claridade versus Escuridão; Depois dos Noventa; e Posse na Academia Mineira de Letras.
quarta-feira, 13 de novembro de 2024
TJMG participa do Módulo 3 do Curso de Formação de Formadores da Enfam
Pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) participaram o juiz auxiliar da 2ª Vice-Presidência, Thiago Grazziane Gandra; a juíza Juliana Mendes Pedrosa, da 3ª Vara Cível Especial de Pouso Alegre; a juíza Karen Castro dos Montes, da 2ª Vara de Família e da Infância e da Juventude da Comarca de Ribeirão das Neves; a juíza Luciana de Oliveira Torres, da 2ª Vara Cível da Comarca de Cataguases; a juíza Roberta Chaves Soares, do 4º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; a juíza Sibele Cristina Lopes de Sá Duarte, da 2ª Vara Cível, Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Campos Gerais; o juiz Marcelo Augusto Lucas Pereira, da Vara Cível da Infância e da Juventude da Comarca de Belo Horizonte; o juiz Marcos Antônio Ferreira, da 2ª Vara de Família da Comarca de Montes Claros; a gerente de Planejamento e Desenvolvimento Pedagógico (Geped), Inah Maria Szerman Rezende; e o professor e servidor Adriano da Silva Ribeiro, chefe de Gabinete da Presidência no biênio 2022-2024.
sábado, 9 de novembro de 2024
Fw: Certificado de Coordenação de Simpósio - IX CIDHCoimbra 2024
quarta-feira, 30 de outubro de 2024
terça-feira, 1 de outubro de 2024
sexta-feira, 27 de setembro de 2024
Edição da Revista Meritum PPGD/FUMEC
Fw: Convite para assistir a Banca de Defesa Pública de Dissertação - Guaraci Mozelli de Oliveira Reis (PPGD/UNIVERSIDADE FUMEC )
Fw: Convite para assistir a Banca de Defesa Pública de Dissertação - Carlos Rafael Ferreira (PPGD/UNIVERSIDADE FUMEC )
segunda-feira, 9 de setembro de 2024
quinta-feira, 5 de setembro de 2024
sexta-feira, 23 de agosto de 2024
Presidente Corrêa Junior prestigia lançamento de obras jurídicas de alunos da Fumec
terça-feira, 30 de julho de 2024
quinta-feira, 25 de julho de 2024
Fw: Feliz dia do escritor!
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sexta-feira, 19 de julho de 2024
Compartilho, com alegria, a recente publicação na Revista Direito e Desenvolvimento:
O FORO POR PRERROGATIVA DE FUNÇÃO NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL GERA IMPUNIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS NA ESFERA PENAL?
DOES THE JURISDICTION PURPOSE IN THE SUPREME FEDERAL COURT GENERATE IMPUNITY OF POLITICAL AGENTS IN THE CRIMINAL SPHERE?
Adriano da Silva Ribeiro, Prof. Dr.; Ranieri Jésus de Souza, Prof.
Resumo
O Brasil e outros países do mundo adotam o foro por prerrogativa de função, com o objetivo de dar proteção a funções públicas relevantes. Este estudo analisou se o foro por prerrogativa de função no Supremo Tribunal Federal gera impunidade dos agentes políticos na esfera penal. A presente pesquisa foi desenvolvida no âmbito da vertente sociológico-jurídica, com a análise do foro por prerrogativa de função no âmbito jurídico e fático. Apontaram-se entraves do sistema, como a questão de o foro abranger crimes que ocorreram antes do momento em que a autoridade assumiu o cargo ou crimes que não guardam conexão com a função exercida. Foram analisados dados levantados no Supremo Tribunal Federal quanto ao julgamento de inquéritos e ações penais que tramitam na Corte em função do foro por prerrogativa de função. Identificou-se que menos de 1% dos processos de foro por prerrogativa de função resultam em condenação em ações penais de competência originária do Supremo Tribunal Federal. Concluiu-se que o foro por prerrogativa de função gera impunidade dos agentes políticos na esfera penal.
Palavras-chave
Foro por prerrogativa de função; Supremo Tribunal Federal; sanção penal.
RIBEIRO, Adriano da Silva; SOUZA, Ranieri Jésus de. O FORO POR PRERROGATIVA DE FUNÇÃO NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL GERA IMPUNIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS NA ESFERA PENAL?. Direito e Desenvolvimento, [S. l.], v. 15, n. 1, 2024. DOI: 10.26843/direitoedesenvolvimento.v15i1.1367. Disponível em: https://periodicos.unipe.br/index.php/direitoedesenvolvimento/article/view/1367. Acesso em: 19 jul. 2024.
